Veterinária da Comissão de Ética e Bem-estar Animal do CFMV apoia métodos alternativos

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Segundo a presidente da Comissão de Ética, Bioética e Bem-estar Animal (CEBEA) do CFMV, Carla Molento, antigamente, o ensino de técnica cirúrgica era feito em animais que nem sempre tinham necessidade de cirurgia. “Hoje tais práticas são inaceitáveis, uma vez que há possibilidades de ensino com métodos alternativos, como uso de modelos, de cadáveres eticamente obtidos e preservados”, explica Molento.

A médica veterinária lembra que a passagem pela vida universitária deve colaborar para a formação de cidadãos completos e profissionalmente competentes. “Além do efeito direto e severo aos animais utilizados, também havia um efeito indireto, que transmitia aos alunos a ideia de que os animais podem ser utilizados sem nenhuma consideração de seu sofrimento. Isto levava a uma perda na capacidade de sensibilização do futuro profissional”, afirma Molento.

Foto: Cão sintético realístico

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