Com “uso benéfico” de animais todos ganham: animais e alunos

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Thales Tréz, fundador do Instituto 1R (Replacement ou Substituição), graduado em Ciências Biológicas e mestrado em Ética Aplicada pela Katholieke Universiteit Leuven, Bélgica, explica:

“Podemos dividir o uso de animais em neutro, benéfico e prejudicial. No prejudicial provoca-se algum tipo de dano (físico ou emocional), ou mesmo a morte, sem que haja qualquer necessidade. Nesse caso o animal é empregado como um instrumento didático descartável. O uso neutro pode ocorrer com cadáveres adquiridos eticamente (a partir de convênios com clínicas e hospitais veterinários) ou estudo de campo (observacional). O uso benéfico inclui procedimentos cirúrgicos como os de castração ou intervenções que se fazem necessárias em animais realmente doentes ou machucados. Nesse caso todos ganham: alunos e animais!”

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